Filme com artistas portuenses concorre no 13º Festival latino Americano de Cinema de Canoa Quebrada
O curta-metragem “A massa que faz o pão” foi um dos filmes selecionados para participar do 13º Festival Latino Americano de Cinema de Canoa Quebrada, no estado do Ceará. O evento acontecerá entre os dias 23 a 28 deste mês.
Além da participação de vários artistas locais, o centro histórico de Porto Nacional foi o cenário utilizado nas gravações do curta-metragem. O filme foi gravado em 2018.
Elenco principal: Fernando França, Kaká Nogueira, Éverton dos Andes, Laylla Fernanda, Maria Lúcia Rocha, Charlene Brito, Veridiano Gonçalves, Floriana Gomes e Igor Alves.
Roteiro e direção: Helio Brito/ Produção executiva: Sandra Alves/ Direção de fotografia: Franco Sehabra/ Cenografia: Tauru/ Trilha sonora original: Esdras Campos/ Edição: Ézer de Souza e Hélio Brito/ Produtora: HB Vídeofilmes e Krahô Films.
Casarões centenários, becos e ruas estreitas. Praças e museus. O Rio Tocantins, a formação do lago. A história e o contexto cultural do lugar. Esses são alguns dos retratos de Porto Nacional que mais costumam aparecer na telona, e são, em parte, os motivos pelos quais colocam a cidade no radar de muitos cineastas e produtores audiovisuais em suas gravações.
No curta, a ficção com linguagem surrealista é transcorrida numa cidade imaginária chamada Pontal do Norte. Com uma abordagem histórica e política, ocorre uma solenidade pública para inauguração de um monumento comemorativo ao centenário de construção de uma famosa igreja, intitulada Catedral São Domingos.
Entretanto, um desentendimento em relação aos nomes de colaboradores que deveriam constar na placa comemorativa, converte o local numa praça de guerra. No conflito, um espectador do enredo tem a cabeça decepada, mas não morre.
“O filme A Massa que faz o Pão ficou pronto em setembro de 2018, e foi lançado apenas no Festival Chico de Cinema e Vídeo do Tocantins, edição 2018, onde ganhou o prêmio de Melhor Filme, eleito pelo público, e gravar em Porto Nacional foi muito importante para mim, por dois motivos: os cenários da cidade são realmente cinematográficos e, em segundo lugar, porque Porto é a cidade onde eu nasci e vivi meus primeiros cinco anos de vida”, contou Brito.


