• Palmas - TO, 11.05.2026

A obra foi organizada pelos historiadores Raylinn Barros da Silva, do Centro de Ensino Médio Castelo Branco e Cleube Alves da Silva, da UFT.

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  • 22/11/19 08:37
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Livro sobre a história de Araguaína será lançado nesta sexta-feira

O livro A Transformação Histórica de Araguaína será lançado na sexta-feira, 22, às 11h, no auditório do anfiteatro (bloco G) da Universidade Federal do Tocantins (UFT), campus de Araguaína, durante a VIII Semana de História. A obra foi organizada pelos historiadores Raylinn Barros da Silva, do Centro de Ensino Médio Castelo Branco e Cleube Alves da Silva, da UFT. 

O trabalho é fruto de quatro anos de pesquisa e reúne textos de 19 autores, incluindo doutores e mestres, que buscam resgatar fatos marcantes da história do município de Araguaína, que este mês completou 61 anos de emancipação política. O livro será lançado pela Nagô Editora e estará à venda no lançamento e posteriormente nas livrarias do estado.

A transformação histórica de Araguaína surge como uma importante obra de referência para  quem  tem o interesse de conhecer, com mais propriedade, um pouco mais sobre interessantes aspectos históricos da chamada Capital do Boi Gordo, como ficou conhecida a cidade de Araguaína.

Os seus organizadores, o professor Raylinn Barros da Silva é doutorando e mestre em História pela Universidade Federal de Goiás, e o professor Cleube Alves da Silva é doutor em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. A obra é composta por 15 capítulos, em que seus autores abordam diferentes aspectos da história de Araguaína. 

De acordo com professor Raylinn Barros da Silva, a obra apresenta três fases marcantes do município. “O primeiro registro de habitantes na região, no final do século XX; a chegada de um grande fluxo de pessoas no local onde é a cidade, vindas do Sul do Maranhão, na década de 1920; e a construção da BR-153, na década de 1960, dando mais autonomia ao município”, destacou.

Ainda de acordo com o professor uma das revelações da obra é a relação que os pesquisadores conseguiram identificar da migração de nordestinos, especialmente do Piauí para a cidade que começava á partir da construção da BR-153. “Antes o que tínhamos era a história oral, agora temos  uma pesquisa baseada em documentos”, ressaltou.